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O que a pandemia ensinou à advocacia criminal?

Fala, pessoal. Tudo bem?

 

Segue mais um artigo para leitura.

 

A pandemia causada pela Covid-19, que tem assolado o nosso país de uma forma muito intensa, trouxe algumas mudanças na sociedade, algumas delas provisórias e outras, ao meu ver, permanentes.

 

O primeiro recado que a crise sanitária nos deixou, por óbvio, é que devemos ter atenção e cuidado com a nossa saúde (física e mental) e também maior atenção com a higiene corporal e das nossas roupas e alimentos.

 

Todavia, as mudanças não pararam por aí.

 

Várias foram as profissões que sofreram alterações ao longo dos meses. Profissionais de diversas áreas passaram por readaptações. Empresas tiveram que se adequar à nova maneira de trabalhar.

 

E na advocacia (e o poder judiciário como um todo) não foi diferente.

 

Mostrou-se uma tendência que já vem gradativamente ocorrendo: praticamente tudo passará a ser realizado de forma virtual. O mundo está mudando muito rapidamente desde quando começou a era da internet.

 

Hoje nós lidamos com audiências virtuais, atendimento em unidade prisional de forma virtual, reuniões virtuais com clientes, peticionamento eletrônico etc.

 

E o que isso nos demonstra?

 

Primeiramente, teremos que nos atualizar com as novas tecnologias que vão surgindo com o passar do tempo, aprendendo a manusear as ferramentas tecnológicas e a corrigir os erros que possam surgir.

 

Mas não para por aí.

 

Como eu disse, as transações e interações humanas estão cada vez mais acontecendo em ambiente virtual e, consequentemente, as ações criminosas estão migrando, também, para os meios virtuais. 

 

A Lei Geral de Proteção de Dados nos dá um norte e nos apresenta uma realizada de tratamento de dados, dados sensíveis dentre outras situações que evidencia essa mudança na sociedade.

 

A lição que temos que tirar, então, é de que precisamos investir nosso tempo para aprender e entender essa migração dos crimes para ambiente virtual, estudando perícias digitais, provas, computação forense e tudo o que envolve essa mudança.

 

Os meios de interação e, consequentemente, de investigação, mudaram e continuam mudando. Cabe ao advogado acompanhar esse movimento de mudança.

 

Por hoje é isso, pessoal.  Espero que tenham gostado.

 

Forte abraço.

 

Escrito em 14/04/2021.

Tags: pandemia LGPD novas tecnologias

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